Tratava-se de uma mulher que trabalhava para D. João VI e se chamava Canjebrina, que, como informam os dicionários, significa pinga, cachaça.
Ela teria matado um dos principais guardas da corte do Rei.
O fato não foi provado.
Mas está no livro “Inconfidências da Real Família no Brasil”, de Alberto Campos de Moraes.

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